quinta-feira, 23 de junho de 2011

Marromeu - Reconstrução dos Correios

Fantástica recuperação do posto dos Correios de Marromeu
antes estava neste estado, com tinha sido aqui publicado 

Obrigada, Portal do Sena, por esta actualização.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Como o Estado Gasta o Nosso Dinheiro - Carlos Moreno


No "Como o Estado Gasta o Nosso Dinheiro" um juiz jubilado do Tribunal de Contas Carlos Moreno analisa a forma como o Estado aplica os recursos financeiros que tem a a (má) gestão dos dinheiros públicos.
Na respectiva sinopse lê-se "Todos os dias entregamos ao Estado uma parte substancial dos nossos rendimentos sob a forma de impostos.
E acreditamos que o Estado vai gerir esse dinheiro de forma conscienciosa, em obediência aos critérios da boa gestão financeira. Não é, porém, o que acontece. Mais vezes do que seria aceitável, o capital que tanto nos custou amealhar é usado em negócios ruinosos com o sector privado; ou desbaratado em obras públicas que economicamente não fazem qualquer sentido. Não só pagamos os impostos, como a factura da sua má gestão. Ao gastar alegremente mais do que tem, o Estado acumula uma dívida. E quem tem de a assumir somos nós, os contribuintes, que pagamos o descontrolo das finanças estatais com novos impostos, e ainda mais sacrifícios. É um ciclo vicioso chocante, consequência de um festim de maus gastos públicos sem fim à vista. E uma realidade que Carlos Moreno acompanhou de perto enquanto Juiz Conselheiro do Tribunal de Contas. Ao longo de 15 anos assinou mais de 100 relatórios de auditoria, passou a pente fino os gastos com a Expo 98, com as famigeradas SCUT, os Estádios do Euro 2004, a Casa da Música, o Túnel do Rossio, o terminal de contentores de Alcântara."
 fonte: LDACLP - Laboratório de Direito Administrativo e de Ciência da administração Pública
Para ler um pouco mais sobre o livro   Jornal Público - Economia

O Crime do Padre Amaro - Eça de Queirós

O que acontece quando o padre de uma pequena cidade portuguesa se apaixona por uma paroquiana? A resposta é dada nesse divertido e sarcástico romance de Eça de Queiroz, autor lusitano do século XIX. Amaro, o pároco, escandaliza o lugarejo e mergulha numa espiral de perdição.
Poderá ouvir este romance Audio-Livro , ou utilizar o seu Reader Book para ler em formato E-Book, ou ainda poderá fazer o download do  Filme seleccionando o link de cada um deles.
O Audio-livro está em formato Real Player. Poderá instalá-lo a partir deste link.
Se quiser convertê-lo para MP3 use o Format Factory
Se não conseguir aceder ao site diretamente do link  com o rato seleccione "Abrir link num novo separador"

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Estes Políticos devem estar Loucos

Um livro de de Catarina Madeira e Márcia Galrão


Em plena campanha eleitoral chega a radiografia divertida sobre a nossa classe dirigente. Em "Estes Políticos Devem Estar Loucos", reúnem-se cem histórias sobre os bastidores e a actuação no palco dos nossos artistas da política.
fonte : Diário de Notícias

sexta-feira, 20 de maio de 2011

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Nova Biblioteca da Universidade de Stanford: Objectivo Remover Todos os Livros

The Idea Behind Stanford's New Library: Remove All the Books
A biblioteca da faculdade de Engenharia da Universidade de Stanford  está a adoptar o futuro de todas as bibliotecas: ter cada vez menos livros!

A reforma da biblioteca deverá ser iniciada em Agosto e, quando for concluída, terá 85% a menos de livros. Por que? Porque eles serão digitalizados. Uma pesquisa feita na própria universidade indicou que os alunos freqüentam cada vez menos as bibliotecas e um grande número de livros não havia sido requisitado durante um período superior a cinco anos.
Então, em vez de oferecer os volumes “físicos”, a biblioteca irá oferecer acesso a versões digitalizadas de livros e periódicos – e, especificamente para engenheiros, que normalmente apenas precisam do livro para consultar uma fórmula ou duas, haverá uma ferramenta de pesquisa que facilitará o processo.
A nova biblioteca ainda irá manter 10 mil livros “de papel” – mas isso é pouco comparado com os 60 mil que possui actualmente.

Leia o artigo original em RPN

terça-feira, 26 de abril de 2011

Estante para livros adaptada a Gatos

Quem tem gatos e os adora como eu, acha excelente esta ideia, pois conviver com eles num apartamento às vezes não é pacifico, uma pequena ajuda, como esta, pode evitar algumas "catástrofes"quando estes decidem ir para lugares impossíveis não olhando a meios.

Fonte:Espaço Decorado

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O Tubarão na Banheira de David Machado


O Tubarão na Banheira, da autoria de David Machado e ilustração de Paulo Galindro.
Obra vencedora da SPA ( Sociedade Portuguesa de Autores)  de Melhor Livro do Literatura Infanto-Juvenil.


Sobre o Autor



David Machado nasceu em Lisboa em 1978. É autor do romance O Fabuloso Teatro do Gigante e do livro de contos Histórias Possíveis. Em 2005, o seu conto infantil A Noite dos Animais Inventados recebeu o Prémio Branquinho da Fonseca, da Fundação Calouste Gulbenkian e do jornal Expresso, e desde então publicou mais três contos para crianças, Os Quatro Comandantes da Cama Voadora, Um Homem Verde num Buraco muito Fundo e O Tubarão na Banheira, distinguido com o Prémio Autor SPA/RTP 2010 de Melhor Livro Infanto-Juvenil. Tem livros publicados em Itália e Marrocos e contos presentes em antologias e revistas literárias em Itália, Alemanha, Noruega, Reino Unido, Islândia e Marrocos. Traduziu os livros O Herói das Mulheres, de Adolfo Bioy Casares, e Obrigada pelo Lume, de Mario Benedetti.
fonte: Wook


quinta-feira, 7 de abril de 2011

Quinta da Regaleira por José Rodrigues dos Santos em "O Codex 632"


Quinta da Regaleira por José Rodrigues dos Santos
                         em "O Codex"632Para ler tecle em "Full"
.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Um cê a mais por Manuel Halpern



Quando eu escrevo a palavra ação, por magia ou pirraça, o computador retira automaticamente o c na pretensão de me ensinar a nova grafia. De forma que, aos poucos, sem precisar de ajuda, eu próprio vou tirando as consoantes que, ao que parece, estavam a mais na língua portuguesa. Custa-me despedir-me daquelas letras que tanto fizeram por mim. São muitos anos de convívio. Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes cês e pês me acompanharam em tantos textos e livros desde a infância. Na primária, por vezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da professora: não te esqueças de mim! Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem diz, sei que não falas, mas ainda bem que estás aí. E agora as palavras já nem parecem as mesmas. O que é ser proativo? Custa-me admitir que, de um dia para o outro, passei a trabalhar numa redação, que há espetadores nos espetáculos e alguns também nos frangos, que os atores atuam e que, ao segundo ato, eu ato os meus sapatos.
Depois há os intrusos, sobretudo o erre, que tornou algumas palavras arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato. Caíram hifenes e entraram erres que andavam errantes. É uma união de facto, para não errar tenho a obrigação de os acolher como se fossem família. Em 'há de' há um divórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não se entendem. Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os és passaram a ser gémeos, nenhum usa chapéu. E os meses perderam importância e dignidade, não havia motivo para terem privilégios, janeiro, fevereiro, março são tão importantes como peixe, flor, avião. Não sei se estou a ser suscetível, mas sem p algumas palavras são uma autêntica deceção,
mas por outro lado é ótimo que já não tenham.
As palavras transformam-nos. Como um menino que muda de escola, sei que vou ter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos. Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do cê não me faça perder a direção, nem me fracione, nem quero tropeçar em algum objeto abjeto. Porque, verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem atuante com um cê a atrapalhar.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Os Maias de Eça de Queirós em formato digital e audiolivro




Trata-se da obra-prima de Eça de Queirós, publicada em 1888, e uma das mais importantes de toda a literatura narrativa portuguesa. Vale principalmente pela linguagem em que está escrita e pela fina ironia com que o autor define os caracteres e apresenta as situações. É um romance realista (e naturalista), onde não faltam o fatalismo, a análise social, as peripécias e a catástrofe próprias do enredo passional.

A obra ocupa-se da história de uma família (Maia) ao longo de três gerações, centrando-se depois na última geração e dando relevo aos amores incestuosos de Carlos da Maia e Maria Eduarda.

Mas a história é também um pretexto para o autor fazer uma crítica à situação decadente do país (a nível político e cultural) e à alta burguesia lisboeta oitocentista, por onde perpassa um humor (ora fino, ora satírico) que configura a derrota e o desengano de todas as personagens.

Fonte:http://clubedaleitura.clix.pt

A biblioteca Digital da Porto Editora disponibiliza  o livro, tenha acesso a ele,  aqui

Se preferir o audio-livro, poderá ouvir no Youtube em 2 partes através dos seguintes links. narração real pt/br
Os Maias de Eça de Queirós - parte 1
Os Maias de Eça de Queirós - parte 2

1


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3

4


5

segunda-feira, 14 de março de 2011

O Coração e a Garrafa de Oliver Jeffers

O Coração e a Garrafa fala-nos de uma menina fascinada com o mundo à sua volta. Até que um dia algo aconteceu que a fez pegar no seu coração e guardá-lo num sítio seguro. Pelo menos durante algum tempo… Só que, a partir daí, nada parecia fazer sentido. Saberia ela quando e como recuperar o seu coração? Com esta história comovente, Oliver Jeffers explora os temas difíceis do amor e da perda, devolvendo-nos, de maneira notável, um sopro de alento e de vida.
fonte Wook
O Coração e a Garrafa, de Oliver Jeffers
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Oliver Jeffers




Oliver Jeffers nasceu na Irlanda do Norte em 1977, e cresceu em Belfast. Começou por expor o seu trabalho, em várias pequenas exposições em Belfast 1995-1998, antes de começar a ilustrar capas de livros de editoras locais. Formou-se  na Universidade de Ulster, com uma licenciatura em Comunicação Visual, em 2001.

De 1999 a 2000, viajou para a Austrália, fixando residência em Sydney   tornando-se um ilustrador freelancer e pintor, trabalhando para várias revistas, e ilustrando para o café Lavazza Companhia.

O primeiro livro que  escreveu e ilustrou foi "Como pegar uma Estrela" (2004), que foi indicado para o início Booktrust 2004 Prémio Anos (Best New Illustrator). "Achados e Perdidos" (2005) ganhou 2005 Nestlé Children's Book o prêmio (Prêmio de Ouro ) em 2005, de 2006 Blue Peter Book of the Year Award, e foi indicado para o Kate Greenaway Medal. O Incrível Rapaz que comia Livros (2006), foi selecionado para 2007 British Book Awards Children's Book do ano. 

Oliver Jeffers continua a exibir o seu trabalho em Londres, Irlanda, Austrália e nos EUA, e comprometeu-se para comissões de ilustração em várias organizações, incluindo Starbuck's, laranja, e Sony PSP. É também é co-fundador da arte colaborativa, OAR.

Seus últimos livros publicados são O Grande Livro Caper (2008) e O Coração ea garrafa (2010). Em 2008, Lost and Found foi transformada em uma animação que foi exibido no Channel 4, e mais tarde ganhou BAFTA Children's Award para uma Melhor Animação.

quinta-feira, 10 de março de 2011

O Incrivel Rapaz Que Comia Livros

Excelente livro para crianças, de uma beleza fantástica e um sério apelo à leitura como veículo de aprendizagem.
Sónia Morais Santos, faz uma descrição pormenorizada das sensações que advém deste pequeno livro.

Começa pelo cheiro. A tinta, a papel reciclado, um cheiro bom a livro que se prolonga pelas páginas e aumenta de cada vez que se passa uma página.
Depois, continua pelo papel, grosso, quase da família de um quase cartão, que dá vontade de mexer, de fazer deslizar as mãos abertas, uma e outra vez, de sentir a textura.
A seguir vêm as ilustrações, de Oliver Jeffers, escritor, ilustrador, pintor, artista multidisciplinar. Com pedaços de folhas de cadernos imbutidas, com letras de outras impressões desbotadas, como se o livro fosse composto por páginas de outros livros, reaproveitadas, renascidas. Até porque é essa a ideia da história – o quarto bem precioso deste livro. É que tudo gira em torno de Henrique, um menino que adorava livros. “Mas não exactamente como nós adoramos livros.” É que este menino adorava comer livros. Começou por engolir uma palavra, depois mastigou uma frase, seguiu-se uma página inteira. E folha após folha deste O Incrível Rapaz que Comia Livros, lá estão as letras de outros livros presentes na ilustração, como se fossem um descuido, um acidente gráfico, mas a marcar a presença na vida da obra, tal e qual como marcam presença na vida do Henrique.
Entretanto, o Henrique foi ficando cada vez mais esperto. Uma verdadeira enciclopédia. Começou a devorar vários livros ao mesmo tempo. E foi então que as coisas começaram a correr menos bem. O Henrique adoeceu. E é então que o humor de Oliver Jeffers se refina, e os miúdos vão rir muito quando lerem a palavra “Gregório” numa espécie de legenda por baixo da imagem do Henrique de cabeça dentro de uma sanita. É que isto de comer livros não é bom para as digestões. E por isso, o Henrique teve de encontrar uma outra forma de lidar com os livros.
Por Sónia Morais Santos em Time Out Lisboa

Este vídeo permite-nos passar os olhos pela história e pela qualidade das imagens, o resto só manuseando.